“O Apanhador no Campo de Centeio do Século XXI”, Suzana Vargas, Estadão
"O que marca neste novo trabalho de Nazarian não é a temática, mas o que o autor faz com ela. Aí está a diferença entre quem sabe escrever e quem pensa que sabe. Nazarian sabe e seu maior talento é imprimir um ritmo seguro e atraente às narrativas. É assim neste seu mais recente livro e foi assim em seus livros anteriores." -Rogério Borges, O Popular (Goiânia)
“Um redemoinho de paranóia, feito para te arrastar para dentro, para o fundo, para que você tente nadar até a superfície e chegue a qualquer outro lugar. É um livro que desorienta. Os momentos em que o Nazarian enfia o pé na jaca com gosto e explora as sandices da personagem dão um fôlego extra para o final da história. É uma delícia. O Prédio, o Tédio e o Menino Cego é Coraline with lasers.” – Eric Novello, Revista Aguarrás
“Santiago Nazarian se joga com talento e criatividade em histórias que unem o fantástico e pop ao cotidiano. A habilidade na condução da trama garante a consistência da narrativa.” – Kátia Borges/A Tarde
“Um livro fantástico, em todos os sentidos: ‘O Prédio, o Tédio e o Menino Cego", de Santiago Nazarian. Ótimo. Terrível. Muito engraçado, uma graça que vai se engasgando. (...) Um garoto de agora, que escreve com o jeito de agora, uma literatura atemporal, que projeta ambições para muito além do aqui e do agora, que veio para ficar.” - Alberto Guzik.
“Uma escrita vigorosa e pop. Tudo, é claro, com uma pitada de bizarrice. Santiago Nazarian adora zumbis, o que neste caso é uma virtude.” – Fernando Oliveira, Diário de S. Paulo
O jovem escritor Santiago Nazarian é, com certeza, um dos grandes nomes da literatura da nova geração. E seu quinto romance chega para consolidar ainda mais a sua carreira. – Caru Ares, Colherada Cultural
"Pop, mórbido, humorado ou gótico, ele demonstra manejar habilmente uma qualidade que o destaca e o leva além da mera imagem." – Pedro Alexandre Sanches, Revista da Gol
Orelha:
Sete meninos moram num prédio de frente para o mar, um prédio inclinado, prestes a desabar, assim como suas vidas, na dura passagem para a adolescência. Os pais estão sempre longe. A escola está sempre em greve. O ócio e o tédio começam a propor perigosas possibilidades de mudança. Quando uma jovem professora se muda para a vizinhança, os meninos têm de enfrentar suas próprias masculinidades, descobrindo que, para nascer o homem, muitas vezes é preciso matar o menino. Em seu quinto romance, Santiago Nazarian aborda juventude e maturidade como dois sintomas da mesma doença. Assassinato, prostituição, inseticida e cocaína são os medicamentos, ainda que contra-indicados, numa narrativa de lirismo, sadismo e humor corrosivo. O Prédio, o Tédio e o Menino Cego é um livro de descobertas nefastas. É literatura que quebra vidraças, destrói famílias e desperta zumbis.
(Editora Record, 344 páginas)
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