sexta-feira, 4 de abril de 2008

“O rito de passagem para o mundo adulto permeia a narrativa, e o estilo desesperançado, em meio ao caos, lembra um dos grandes ficcionistas brasileiros, Ignácio de Loyola Brandão, especialmente em Não Verás País Nenhum. Mas Nazarian tem personalidade, e o resultado é bem provocante.” Marcelo Lyra, Istoé Gente

“O Apanhador no Campo de Centeio do Século XXI”, Suzana Vargas, Estadão

"O que marca neste novo trabalho de Nazarian não é a temática, mas o que o autor faz com ela. Aí está a diferença entre quem sabe escrever e quem pensa que sabe. Nazarian sabe e seu maior talento é imprimir um ritmo seguro e atraente às narrativas. É assim neste seu mais recente livro e foi assim em seus livros anteriores." -Rogério Borges, O Popular (Goiânia)

"Não é a toa que Santiago Nazarian foi eleito um dos autores jovens mais importantes da América Latina, seu quinto romance trata de maneira impecável dos temas recorrentes na obra do auto." - Artur Guimarães, Revista Zaz


“Um redemoinho de paranóia, feito para te arrastar para dentro, para o fundo, para que você tente nadar até a superfície e chegue a qualquer outro lugar. É um livro que desorienta. Os momentos em que o Nazarian enfia o pé na jaca com gosto e explora as sandices da personagem dão um fôlego extra para o final da história. É uma delícia. O Prédio, o Tédio e o Menino Cego é Coraline with lasers.” – Eric Novello, Revista Aguarrás

“Santiago Nazarian se joga com talento e criatividade em histórias que unem o fantástico e pop ao cotidiano. A habilidade na condução da trama garante a consistência da narrativa.” – Kátia Borges/A Tarde

“Um livro fantástico, em todos os sentidos: ‘O Prédio, o Tédio e o Menino Cego", de Santiago Nazarian. Ótimo. Terrível. Muito engraçado, uma graça que vai se engasgando. (...) Um garoto de agora, que escreve com o jeito de agora, uma literatura atemporal, que projeta ambições para muito além do aqui e do agora, que veio para ficar.” - Alberto Guzik.

“Uma escrita vigorosa e pop. Tudo, é claro, com uma pitada de bizarrice. Santiago Nazarian adora zumbis, o que neste caso é uma virtude.” – Fernando Oliveira, Diário de S. Paulo

O jovem escritor Santiago Nazarian é, com certeza, um dos grandes nomes da literatura da nova geração. E seu quinto romance chega para consolidar ainda mais a sua carreira. – Caru Ares, Colherada Cultural

"Pop, mórbido, humorado ou gótico, ele demonstra manejar habilmente uma qualidade que o destaca e o leva além da mera imagem." – Pedro Alexandre Sanches, Revista da Gol

Orelha:

Sete meninos moram num prédio de frente para o mar, um prédio inclinado, prestes a desabar, assim como suas vidas, na dura passagem para a adolescência. Os pais estão sempre longe. A escola está sempre em greve. O ócio e o tédio começam a propor perigosas possibilidades de mudança. Quando uma jovem professora se muda para a vizinhança, os meninos têm de enfrentar suas próprias masculinidades, descobrindo que, para nascer o homem, muitas vezes é preciso matar o menino. Em seu quinto romance, Santiago Nazarian aborda juventude e maturidade como dois sintomas da mesma doença. Assassinato, prostituição, inseticida e cocaína são os medicamentos, ainda que contra-indicados, numa narrativa de lirismo, sadismo e humor corrosivo. O Prédio, o Tédio e o Menino Cego é um livro de descobertas nefastas. É literatura que quebra vidraças, destrói famílias e desperta zumbis.

(Editora Record, 344 páginas)

PDF DO PRIMEIRO CAPÍTULO:

http://www.record.com.br/arquivos_clipping/aMM9-Predio.pdf